S.O.S. MANAUS: CONTRIBUA!

O Amazonas está sendo duramente atingido pelo aumento de casos e de mortes por Covid-19. A situação é de colapso no fornecimento de oxigênio e lotação da capacidade dos hospitais. As internações em Manaus já são maiores do que o total registrado no mês de abril.

Para auxiliar os que estão enfrentando dias tão difíceis em Manaus, Missões Nacionais está ajudando com ações de compaixão junto à população, entregando cestas básicas, kits de lanches em frente aos hospitais e unidades básicas de saúde e ainda kits de higiene.

Vamos ajudar nossos irmãos que estão clamando por socorro! Contamos com sua participação neste momento tão difícil.

Faça a sua doação em uma das contas abaixo:

• Bradesco
Agência: 226 -7
Conta: 87500 -7

• Banco do Brasil
Agência: 3010 – 4
Conta: 120275 – 8

• Banco Itaú
Agência: 0281
Conta: 66341 -9

Ou transfira através do PIX para uma das contas em nome da Junta de Missões Nacionais da CBB, com o CNPJ 33.574.617/0001-70.

Acrescente R$ 0,10 ao valor da sua oferta para identificação.

Esteja em oração conosco, para que o Senhor cuide desse povo e o sustente nesse momento tão difícil!

#MissõesNacionais2021 #OrePeloAmazonas

Somente administradores

E foram ter com João e lhe disseram: Mestre, aquele que estava contigo além do Jordão, do qual tens dado testemunho, está batizando, e todos lhe saem ao encontro. Respondeu João: O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada. João 3:26,27

Fazia 400 anos que não se via em Israel um profeta com uma mensagem como a de João Batista. Sua aparição às margens do rio Jordão rapidamente atraiu pessoas de toda a região. Com o passar dos dias e das semanas, grandes multidões o acompanhavam.

Tudo isto mudou com a chegada do Messias. A missão de João Batista estava concluída e, em pouco tempo, as multidões passaram a acompanhar Aquele que tinha sido batizado pelo profeta. Os mais fiéis seguidores de João viam com tristeza o que acontecia e vieram falar com ele para tomar alguma providência. Por trás da reclamação de seus discípulos estava a convicção implícita de que Jesus estava “roubando” o que o profeta conseguira com sua pregação.

Na resposta do profeta, vemos uma das razões para Cristo elogiar tão fortemente sua vida. João entendia que ninguém ganha por seus próprios méritos, nem tampouco pelos seus esforços. Ele entendia que tudo tinha vindo do Pai, cujo coração está cheio de misericórdia. Sabia que a multidão lhe tinha sido emprestada por um tempo, e que, a qualquer momento, o Pai poderia tirá-la, porque não lhe pertencia, mas, sim, a Deus. Por este motivo não ofereceu resistência, nem se encheu de amargura quando o povo começou a se congregar em torno de Cristo.

Muitas vezes, como pastores, agimos como se a vida das pessoas nos pertencessem. Tomamos a liberdade de lhes impor nossos planos e preferências, e decidimos como se fôssemos seus chefes. As pessoas, entretanto, resistem a esse tipo de tratamento, e logo começam a manifestar sua insatisfação. Como foi diferente a atitude de João! Longe de ficar amargurado, agiu com o desprendimento e a generosidade de quem possui interesse genuíno pelos outros. Como se opor à fuga das pessoas se lhes convinha muito mais estar perto de Cristo?

O líder amadurecido procura sempre o melhor para o seu grupo, mesmo que isso lhe tire o “prestígio” do seu próprio ministério. Ele terá sempre presente que, assim como os filhos são confiados aos pais por alguns anos, o seu grupo também lhe foi emprestado por um tempo. Eles têm a liberdade de se movimentar e atuar de acordo com o que compreendem ser a vontade de Deus para suas vidas. Mesmo quando errarem, o líder respeitará essa liberdade que o Senhor também concedeu a ele.

Para pensar:
Como você atua quando apresenta ideias às pessoas que pastoreia? Qual é sua reação quando rejeitam seus conselhos e buscam um caminho diferente do sugerido? Quais são as evidências de que seu povo tem plena liberdade de ação? O que você pode fazer para cultivar neles esse senso de liberdade?

A voz de Deus

Tornou o Senhor a chamar: Samuel! Este se levantou, foi a Eli e disse: Eis-me aqui, pois tu me chamaste. Mas ele disse: Não te chamei, meu filho, torna a deitar-te. Porém Samuel ainda não conhecia o Senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor. 1 Samuel 3:6,7

Encontramos dois fatos interessantes nesse momento da vida do jovem Samuel. Primeiro, a voz de Deus era tão parecida com a voz de Eli, que ele chegou a se confundir. Somente nos filmes, a voz de Deus ecoa pelo ar! Na vida real, as maneiras como fala são facilmente identificadas com outras vozes, e quem sabe, com a nossa própria voz.

Na sequência, devemos parar e considerar a frase “…Samuel ainda não conhecia o Senhor, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do Senhor”. O que vemos aqui é a descrição de um principiante, uma pessoa que estava iniciando o processo de aprendizagem que o tornaria no grande profeta e juiz em Israel.

Compreender isto é importante. Existe um pensamento, entre o povo de Deus, de que a espiritualidade é algo que se herda, ou que pode ser recebida pela imposição de mãos. Muitos cristãos andam de um lado para outro buscando esse “toque”, ou essa “unção” que os torne automaticamente grandes homens ou mulheres de Deus. Estão convencidos de que a grandeza de ilustres personagens, na história do povo de Deus, se deve a alguma visitação especial, ou então à posse de algum dom extraordinário que os tornou diferentes dos outros mortais.

Na verdade, cultivamos a vida espiritual com disciplina. Assim como acontece no desenvolvimento do corpo físico, grande parte do crescimento espiritual depende de elementos que escapam ao nosso controle. Às vezes, nem sequer compreendemos os misteriosos processos que resultam na transformação do nosso coração. O certo é que fomos chamados para caminhar em fidelidade com Deus e permitir que Ele nos conduza rumo à maturidade.

Aqui não há grandes saltos, nem avanços repentinos. Às vezes, experimentamos visitações extraordinárias da Sua presença, mas o crescimento espiritual normal é o resultado de um processo lento e contínuo. O autor da carta aos Hebreus refere-se a isto quando escreveu: “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (5:14). Perceba a frase “pela prática”. Outras versões traduzem “pelo exercício constante”. Seja qual for a tradução, todas destacam um processo de aprendizagem que inclui a possibilidade de equivocar-se, como aconteceu com o jovem Samuel.

Para pensar:
Alguém disse certa vez: “Todos querem ser algo na vida; mas ninguém quer crescer.” Que passos você está dando para melhor compreender os mistérios da vida espiritual? Como exercita os seus sentidos para poder discernir entre o bem e o mal?

Fraquezas com potencial

Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9

Existe uma tendência universal no ser humano para esconder suas fraquezas. Estamos tristes, mas mostramos rosto alegre. Queremos chorar, mas guardamos nossas lágrimas. Sentimo-nos oprimidos, mas aparentamos estar no controle. Lutamos com a depressão, entretanto procuramos convencer os outros de que tudo vai bem.

Tudo isto revela a importância que damos à imagem que outros têm de nós. Desejamos que nos vejam como vencedores, com passos firmes rumo a objetivos claramente definidos na vida. Por isso, resistimos a todo custo revelar as coisas que mostram nossa verdadeira condição de seres frágeis e débeis.

Paulo afirma, com alegria, que se gloriará em suas fraquezas. Você, alguma vez, parou para pensar na loucura de tal declaração? Ele diz que não fará qualquer esforço para escondê-las; pelo contrário, se vangloriará por elas existirem. Longe de lhe provocar vergonha, ele as apresentará como as verdadeiras marcas da sua total dependência de Cristo. Na verdade, para nós, a atitude do apóstolo é algo incompreensível. Entretanto, não podemos deixar de sentir, no íntimo do coração, uma profunda admiração pelo seu estilo de liderança.

Por um momento, faça uma peregrinação pela história do povo de Deus. Você consegue pensar em alguma pessoa que tenha sido usada graças à sua força e virtudes? Abraão era um ancião incapaz de gerar filhos. José era um escravo, abandonado num cárcere. Moisés era um pastor de ovelhas, gago. Gideão era o menor de sua casa e, ainda por cima, pobre. Davi era um simples pastor de ovelhas. Neemias não era mais que um copeiro do rei. Jeremias era jovem e inexperiente. João Batista era um desconhecido que morava no deserto. Os discípulos eram simples pescadores, homens iletrados sem nenhum preparo. O intrépido perseguidor da igreja, Paulo, foi deliberadamente enfraquecido pelo Senhor por intermédio de um espinho na carne, que o atormentava.

E estes são apenas os heróis das Escrituras. Que diremos de outros como Agostinho, Lutero, Wesley, Hudson Taylor, Moody, Spurgeon etc. que marcaram profundamente a história do povo de Deus? Todos eles, sem exceção, foram úteis porque permitiram que suas fraquezas fossem um meio pelo qual Deus demonstrou Sua glória.

Para pensar:
Não esconda as suas fraquezas. Não procure ocultá-las, nem perca tempo se justificando. Não as ignore, tentando se fazer de forte, porque assim Cristo não poderá manifestar Seu poder. Torne-se amigo das suas debilidades. Elas são, na verdade, a porta para que toda a plenitude de Deus se manifeste em sua vida.

Portas Abertas divulga lista atualizada dos 50 países mais hostis aos cristãos

A Lista Mundial da Perseguição é divulgada anualmente pela Missão Portas Abertas para elencar os 50 países com piores condições para os cristãos viverem. A edição 2021 foi publicada nesta quarta-feira, 13 de janeiro, expondo o grave cenário de cristofobia mundo afora.

“As informações publicadas são resultado da pesquisa feita entre 1/10/2019 e 30/9/2020 em mais de 70 países do mundo. Desde 1993, a Portas Abertas publica a pesquisa que mede a perseguição aos seguidores de Jesus. Mas a situação da Igreja Perseguida está sendo investigada desde a década de 1970”, informa o comunicado oficial da entidade.

De acordo com a Portas Abertas, ao longo do último ano analisado, a perseguição a cristãos aumentou em 30%: “Isso indica que mais de 340 milhões de cristãos enfrentam perseguição e discriminação por causa da fé. Em 29 nações, como Afeganistão, China e Nigéria, as pontuações cresceram. Já em oito países como Coreia do Norte, Somália e Índia, os pontos foram os mesmos da edição passada. No Sudão, Arábia Saudita e Egito e mais seis países a hostilidade contra os seguidores de Jesus teve uma queda”.

A Ásia é o continente onde a cristofobia é mais intensa, segundo o levantamento feito pela entidade missionária. África e América Latina são as demais regiões do planeta que formam a lista onde há países com hostilidade e intensa perseguição.

“Muitos dos cristãos perseguidos nesses locais também foram atingidos pela COVID-19 e as consequências da pandemia, como desemprego e fome. Mas nem tamanha vulnerabilidade foi capaz de impedir que governos, comunidades e familiares praticassem a intolerância religiosa contra os cristãos”, contextualizou o comunicado.

A Missão Portas Abertas produziu um relatório a respeito dos tipos de perseguição enfrentados pela Igreja Perseguida nos países elencados, além de conhecer as fontes que exercem essa hostilidade, como governos, grupos radicais religiosos e até mesmo familiares dos fiéis a Jesus Cristo.

Confira o ranking da Lista Mundial de Perseguição 2021:

01 – Coreia do Norte
02 – Afeganistão
03 – Somália
04 – Líbia
05 – Paquistão
06 – Eritreia
07 – Iêmen
08 – Irã
09 – Nigéria
10 – Índia
11 – Iraque
12 – Síria
13 – Sudão
14 – Arábia Saudita
15 – Maldivas
16 – Egito
17 – China
18 – Mianmar
19 – Vietnã
20 – Mauritânia
21 – Uzbequistão
22 – Laos
23 – Turcomenistão
24 – Argélia
25 – Turquia
26 – Tunísia
27 – Marrocos
28 – Mali
29 – Catar
30 – Colômbia
31 – Bangladesh
32 – Burkina Faso
33 – Tajiquistão
34 – Nepal
35 – República Centro-Africana
36 – Etiópia
37 – México
38 – Jordânia
39 – Brunei
40 – República Democrática do Congo
41 – Cazaquistão
42 – Camarões
43 – Butão
44 – Omã
45 – Moçambique
46 – Malásia
47 – Indonésia
48 – Kuwait
39 – Quênia
50 – Comores

Campanha de Missões Mundiais 2021 – Viva o Poder de Transformar

“Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (2Timoteo 1.7)

O apóstolo Paulo ao iniciar a segunda carta ao seu jovem discípulo fala que Timóteo deve manter viva a chama do dom dado por Deus. A referência de dom aqui é a presença do próprio Espírito Santo em nós. E descreve o que ela faz em nós. A ação do Espírito se confunde com o que Ele é. Por isso o apóstolo Paulo divide em duas perspectivas o que essa presença produz em nosso ser. Nesse texto tentarei mostrar suas ligações com a Grande Comissão.

A primeira perspetiva é da purificação, da retirada do que não é resultado da ação do Espírito. Neste sentido, o apóstolo fala que a ação do Espírito não nos torna covardes, pois o Espírito não tem tal característica. A covardia tem como origem o medo das consequências. Paulo adverte a Timóteo que ele não deve se pautar pelo medo, pela covardia. Não deveria ter em mente os sofrimentos que afligem o apóstolo, como prisão e abandono. O medo paralisa e impede a ação da propagação do Evangelho, pois uma das consequências seria a vergonha. O medo de ser rejeitado leva à ideia da vergonha de tal sentimento e isto leva à inação. Por esta razão Paulo diz a Timóteo que ele não deve se envergonhar de testemunhar de Deus, nem do apóstolo que reconhece ser prisioneiro de Deus. Para cumprir a Grande Comissão precisamos compreender que a presença do Espírito deve lançar fora o medo de qualquer coisa que possamos perder por testemunhar de Jesus, pois tudo que temos é Dele. Nada de fato é nosso.

A segunda perspectiva é da capacitação, do que é acrescentado pela ação do Espírito em nós. Paulo aponta que o Espírito Santo tem como algumas de suas características o poder, o amor e o equilíbrio. Estas três características são repassadas às pessoas que se submetem à ação do Espírito. Importante ressaltar que a ação do Espírito não é violenta, compulsória. Por isso cada pessoa deve ter em mente que é ela quem permite ou não a ação do Espírito de Deus. As três características listadas do Espírito pelo apóstolo são fundamentais para cumprirmos a Grande Comissão. Sobre elas devemos nos deter um pouco mais.

O poder mencionado é o mesmo poder citado por Jesus quando falou sobre a vinda do Espírito Santo. É o poder não de realizar milagres, mas de ter condições de enfrentar qualquer adversidade até terminar a missão. É uma capacitação para ser, viver. Jesus disse que quando o Espírito viesse, os discípulos receberiam poder para ser testemunhas. Paulo demonstra que este poder está nele e o faz suportar os sofrimentos que a pregação do Evangelho lhe trouxe. O poder do Espírito faz com que cristãos no mundo inteiro enfrentem as consequências de pregar a Palavra de Deus, como prisões e perseguições.

O amor é fruto do Espírito. Pelo amor demonstramos Cristo às pessoas com as quais nos relacionamos. O Espírito nos aperfeiçoa em amor. Aprendemos com o apóstolo Paulo que o amor não é um sentimento, mas uma atitude que é fruto do amor de Deus, do sacrifício de Jesus e da ação do Espírito. Se o poder nos torna capazes de suportar o sofrimento, o amor nos mostra o valor pelo qual sofremos. Ao amarmos, compreendemos o valor do outro. Quando o verdadeiro e pleno amor está presente não existe o questionamento sobre se vale a pena. Por isso o apóstolo João disse que “Deus amou de tal maneira”. O amor leva ao sacrifício. Paulo suporta tudo com o poder do Espírito e com o amor por Deus e pelos gentios. Quem de fato tem a ação do Espírito Santo em sua vida, ama e, por isso, cumpre a Grande Comissão.

O equilíbrio também é resultado da ação do Espírito. Ele transforma a nossa mente e a torna sã. Sim, o significado de equilíbrio é ter uma mente sã produzida pelo Espírito Santo. Ele não permite os radicalismos ou outros erros tolos, mas nos dá sabedoria. Este equilíbrio foi também fundamental para que Paulo conseguisse fazer tanto. Por ter a mente sã, resultado da ação do Espírito, ele pode escrever e abençoar a todos que conhecem seus textos. O equilíbrio é fundamental para cumprirmos a Grande Comissão, nos dando sabedoria para realizarmos aquilo que nosso Senhor espera de nós.

A ação do Espírito Santo transforma. Transforma quem por Ele se deixa conduzir. Transforma o mundo com os que se deixam conduzir por Ele. Por isso o desafio desta campanha, viver o poder que transforma. Transformar não pelo ódio e nem pela destruição, mas pelo amor e com equilíbrio.

Desta forma, somos todos desafiados a viver o poder que transforma.

Pr. João Marcos Barreto Soares
Diretor Executivo da Junta de Missões Mundiais

Material Infantil Campanha de Missões Mundiais 2021

Viva! Jesus é Poder

Para envolver ainda mais nossos pequenos com a obra missionária mundial, Missões Mundiais traz algo muito especial para eles: a campanha infantil. Com o tema “Viva! Jesus é Poder” desenvolvemos estudos, atividades, cartazes, música e clipe que serão disponibilizados nesta página ao longo de todo o primeiro semestre de 2021. A cada mês, publicaremos aqui estudos semanais para cada três faixas etárias. Ao todo, serão mais de 70 estudos desenvolvidos por voluntárias, pedagogas e missionárias!

Você que é pai, mãe ou líder do ministério infantil está convidado a fazer com que os meninos e meninas ao seu redor conheçam um pouco mais o poder que há em Jesus e vivam esta incrível experiência que transforma vidas hoje e para sempre.

Estudos